segunda-feira, 23 de março de 2026

Abertura cultural marca início do 18º Encontro Holístico Brasileiro



O 18º Encontro Holístico Brasileiro começa na próxima sexta-feira, 27 de março, no Centro de Eventos da PUC RS, em Porto Alegre. A cerimônia oficial está marcada para as 19h, com entrada gratuita. A partir das 17h, o público será recebido com um momento cultural que reúne música, dança e expressões artísticas.

O ceticismo operacional: fator de perda de oportunidades

A maioria dos empresários ainda opera sob um modelo de decisão limitado ao que é mensurável pelos cinco sentidos. Estruturam planejamentos estratégicos consistentes, porém fechados, sem abertura para variáveis não evidentes. Na prática, isso representa uma gestão orientada exclusivamente pela materialidade.

Sob uma perspectiva sistêmica, essa abordagem é incompleta. Toda a realidade organizacional é resultado da interação entre sistemas. Inclusive, a própria matéria, frequentemente tratada como base absoluta, é fruto de combinações complexas de apenas 118 elementos químicos. No caso do corpo humano, aproximadamente 96% da sua composição se concentra em quatro elementos: oxigênio, carbono, hidrogênio e nitrogênio.

Ou seja, o que é visível e tangível representa apenas uma fração da estrutura total que sustenta a existência. Existe um nível não palpável, não por isso inexistente, que opera como base organizadora dos sistemas: um campo de interação que independe de crença para atuar.

No contexto empresarial, essa lógica se replica. Um negócio pode ser compreendido como a integração dinâmica de três dimensões interdependentes: interno (estrutura organizacional, equipe, processos e ambiente de trabalho); externo (mercado, clientes, fornecedores, parceiros e demais stakeholders); e possibilidades (oportunidades ainda não materializadas: novos mercados, soluções, conexões e caminhos estratégicos não explorados).

A performance empresarial não depende apenas da eficiência isolada de cada sistema, mas do nível de coerência e alinhamento entre eles. Ignorar qualquer um desses níveis compromete a capacidade de expansão do negócio.

A pergunta estratégica é direta: como gerir crescimento sustentado considerando apenas o que já é conhecido e visível? A própria tecnologia ilustra esse ponto. A comunicação via dispositivos móveis ocorre por meio de ondas eletromagnéticas invisíveis, cuja eficácia não depende de validação perceptiva, apenas de funcionamento.

No ambiente empresarial, o mesmo princípio se aplica. Quando não há gestão consciente das interações sistêmicas, especialmente do ambiente organizacional, fatores como clima, percepção coletiva e dinâmica invisível passam a influenciar os resultados de forma não controlada. Nesses cenários, o desempenho tende a ser atribuído a “sorte” ou “azar”, mascarando a ausência de gestão estrutural mais profunda.

A Sincronia Sistêmica® atua exatamente nesse nível. Seu foco está na estabilização e no ajuste do padrão organizacional do negócio, promovendo alinhamento contínuo entre os sistemas que sustentam a operação.

Como efeito prático, observa-se maior fluidez nos processos, aumento da produtividade, melhora no engajamento da equipe, ambiente organizacional mais coeso e expansão mais consistente de resultados. Não se trata de crença, e sim de estrutura. E, quando bem ajustada, produz resultados previsíveis.


Isnar Amaral – CRQ 05203390
Gestão sistêmica do ambiente empresarial

domingo, 15 de março de 2026

Wei Wei integra a exposição coletiva “Interfluxo” com pintura abstrata de diálogo intercultural


A artista visual chinesa Wei Wei é um dos destaques da exposição coletiva “Interfluxo”, que será aberta ao público em 26 de março, na Galeria Belo Brasil, em São José dos Campos. A mostra reúne artistas cujas obras atravessam culturas, memórias e sensibilidades, propondo um campo de reflexão sobre travessias simbólicas, identitárias e contemporâneas, sob curadoria de Cristina Demétrio.

Nascida na China e atualmente radicada entre Nova York e Londres, Wei Wei desenvolve uma pesquisa consolidada no campo da pintura abstrata, na qual integra cor expressiva, colagem com papel de arroz e tensão espacial como elementos estruturais de sua linguagem visual. Sua prática estabelece um diálogo singular entre a tradição caligráfica asiática e a abstração da Escola de Nova York, articulando referências do modernismo ocidental com a estética oriental em uma síntese contemporânea.

A artista investiga como materialidade, sinestesia musical — especialmente a partir da música clássica — e construção espacial podem transmitir valores humanistas por meio da pintura. Em suas obras, camadas cromáticas e gestos pictóricos se articulam como partituras visuais, evocando ritmos e atmosferas que aproximam arte, filosofia e percepção sensorial.

Wei Wei possui doutorado pela Chinese National Academy of Arts e realizou dois pós-doutorados, em História da Arte na Tsinghua University e em Filosofia na Peking University. Posteriormente, mudou-se para Londres, onde concluiu o mestrado em Fine Art no Royal College of Art, uma das instituições mais reconhecidas do mundo na área de arte e design.


Um marco importante de sua trajetória ocorreu quando seu projeto de graduação, Dante Project, foi selecionado como imagem institucional oficial do Royal College of Art, sendo utilizado como capa promocional da instituição por dois anos consecutivos, inclusive durante o anúncio do ranking global número um em Arte e Design.

Após a graduação, a artista realizou um Grand Tour pela Itália e foi brevemente representada pela The Townhouse Agency LLC, em Nova York. Sua prática também se desenvolveu na Art Students League of New York, onde recebeu duas vezes o Red Dot Award, reconhecimento historicamente associado a artistas como Georgia O’Keeffe. Durante esse período, trabalhou em proximidade com o artista Larry Poons, estabelecendo um vínculo geracional com o expressionismo abstrato e a tradição da Escola de Nova York.



A trajetória expositiva de Wei Wei inclui mostras em cidades como Veneza, Roma, Florença e Milão, além de Nova York, Seattle, Barcelona, São Paulo, Londres, Edimburgo e Liverpool. Suas obras integram coleções privadas e institucionais no Reino Unido, Europa, Estados Unidos, Brasil e China, sendo adquiridas por empresários, músicos clássicos, compositores, neurocientistas, economistas e instituições culturais, incluindo uma relação contínua com a Oxford Philharmonic Orchestra.

Ao integrar a exposição coletiva “Interfluxo”, Wei Wei amplia o diálogo internacional da mostra, reafirmando sua pesquisa artística como um território de encontro entre tradição e contemporaneidade, materialidade e pensamento, em uma pintura que articula diferentes culturas e temporalidades.

 

Serviço
Exposição: Interfluxo
Artista participante: Wei Wei
Período: 26 de março a 26 de maio de 2026
Vernissage: 26 de março, às 19h
Local: Galeria Belo Brasil – Colinas Shopping
Endereço: Av. São João, Loja NS109 – Jardim das Colinas, São José dos Campos
Curadoria: Cristina Demétrio
Assessoria de Imprensa: Gisele Lahoz
Entrada: Livre



Abertura cultural marca início do 18º Encontro Holístico Brasileiro

O 18º Encontro Holístico Brasileiro começa na próxima sexta-feira, 27 de março, no Centro de Eventos da PUC RS, em Porto Alegre. A cerimônia...